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quinta-feira, 31 de outubro de 2013

Mad Max ganha pelos detalhes, com personalizações e física trabalhada

Mad Max, jogo baseado em uma série de filmes conhecida pelas suas tendências explosivas, conseguiu captar a atenção dos jogadores da Brasil Game Show. Em demonstração conduzida pela Warner em conjunto com a Sony, fãs e mídia puderam ver ao que o jogo veio, provando-se uma adaptação notável, com toda a atenção nos detalhes.


A demo, jogada ao vivo pelo líder de animação de personagens Kristofer Labedzki, começa com Mad Max e seu novo parceiro, Black Finger, vencendo quilômetros de deserto em um veículo construído de sucata. A missão era invadir uma base inimiga no meio do descampado nuclear para roubar um carro, já que alguém roubou o Enforcer - o carro de Max - e agora o anti-herói busca peças de todas as máquinas da região para montar o Magnum Opus, seu novo possante.


A história deliciosamente simples ajuda a montar um jogo de exploração em mundo aberto que não é pontuado por grandes momentos dramáticos. Kristofer confirma, entretanto, que Mad Max é um jogo “mais dark e dirigido por história” do que os outros projetos do time, responsável pela série Just Cause.


Nos detalhes, no momento em que Max chega a base, Labedzki saca um rifle de precisão e pula para o banco traseiro, ficando em posição de disparo. É possível trocar de assento quando você bem decidir; útil para observar a oposição a distância e marcar alvos no estilo Far Cry 3. Um deles, então, é derrubado com um bom e velho tiro. Outro, por meios menos comuns: Max acelera até a torre onde o oponente está aninhado e dispara um gancho na estrutura. Uma bela acelerada do carro é o necessário para derrubar a torre e o inimigo em um movimento caótico, que serve como um belo demonstrativo do sistema complexo da física em desenvolvimento para o jogo.


A física, de fato, dita boa parte deste título de Mad Max. Entender como funciona este sistema é especialmente importante para a direção dos veículos (dos quais existem vários tipos) e cenas de ação (otimizadas por um trabalho coeso de animação que promete – entre muitas aspas – que todo movimento executado seja diferente). Durante a demo, quando Kristofer finalmente colocou as mãos no Twelve, o carro em questão, ele levou Max até alguns bastões explosivos, anexou-os ao portão próximo e o explodiu.


Quando o líder de animação levou Max à Fortaleza de Deet – a base de operações de Max nesta altura do game –, ele teve acesso a uma prática tela para montar, do esqueleto, seu novo veículo. Não adianta colar peças sem estratégia: ao colocar uma nova grade capaz de atropelar outros carros, Kristofer apontou que precisava selecionar uma roda que aguentasse o tranco. Outra mudança mostrada é um chassi que nada mais é do que uma grande homenagem ao segundo filme.

O combate também é mais calculado do que as influências cinematográficas poderiam sugerir, principalmente durante perseguições. Atirar no lugar certo (seja em pneus, tanques de combustível ou mesmo o próprio piloto) é mais importante do que mandar uma rajada de chumbo, muito porque munição não é tão numerosa assim. Gasolina também é um bem em extinção, então, por mais que seja divertido explodir seus inimigos, reservar disparos mais precisos para conseguir puxar combustível do que restar do veículo é uma saída bem mais estratégica.

Fora do carro, Max se comporta em uma mescla de tiro e combate em terceira pessoa que não pretende, exatamente, trazer inovações. É possível, entretanto, ser furtivo e atacar sem ser visto. Visualmente, Mad Max é impressionante, mas menos pelos detalhes do que pelo plano geral da tela. A distância de visão do jogo (até onde o jogo renderiza itens) é surpreendente, assim como explosões e trilhas de veículos. É um mundo amplo a ser explorado, garante Kristofer, e repleto de possibilidades: além de roubar peças de carro, a Avalanche está desenhando missões mais dramáticas e eventos aleatórios nos moldes de Red Dead Redemption.


Mad Max chega em 2014 para PC, PS4, Xbox One, PS3 e Xbox 360. No PS4, o game virá com o conteúdo extra Road Warrior Survivor Kit, que, segundo Labedzki, “será um mimo para fãs dos filmes”.

Rockstar faz concurso de fotografia #EPICPHOTOBOMB


Aviso a todos os fotógrafos compulsivos Los Santos & Blaine County, Rockstar Snapmatic organiza o seu primeiro concurso em # EpicPhotobomb . O concurso está aberto a partir de agora até segunda-feira 4 de novembro, no final do dia . 

Rockstar quer ver os seus melhores "auto-retratos épicos," se você bater em um pedestre que veio de forma inesperada, Trevor muito levemente vestidos que é desencadeada no meio do seu auto-retrato ou apenas um jogador rival causando uma explosão ao tentar calmamente fotografar seu hot rod personalizado. As cinco melhores fotos serão escolhidas e os vencedores serão anunciados no Newswire . Além disso, cada vencedor terá direito para o próximo lote, incluindo uma Camisa do GTA V, uma capa de iPhone com a inscrição "iFruit" uma bala GTA V e um Chop recheado:


Para participar, é importante para fazer o upload das imagens tiradas usando seu iFruit na página Snapmatic . Depois disso, vá para o "Minhas Imagens", encontre a sua foto e adicione a tag # EpicPhotobomb. 

A competição é aberta especialmente para os moradores da França, Bélgica e Suíça . Para o assentamento francês, um pouco mais abaixo na página seguinte . 


Boa sorte a todos!

terça-feira, 29 de outubro de 2013

League of Legends: equipe CNB vence o campeonato de na BGS 2013

A equipe CNB venceu a final do Campeonato de League of Legends, realizado nesta segunda (28) durante a Brasil Game Show 2013. Chamado de “Desafio Internacional”, o torneio reuniu as melhores equipes da América Latina de países como Brasil, México, Argentina, Colômbia e Chile. O time vencedor foi o brasileiro CNB, que faturou um prêmio de US$ 15 mil, além de levar o troféu de campeão do “Desafio Internacional”. O palco foi armado para a final, por volta das 18:30h, com grande vibração do público que estava presente na BGS 2013.


As equipes brasileiras CNB e-Sports Club e PaiN Gaming disputaram a final. Ambas as equipes já se enfrentaram várias vezes e possuem uma grande rivalidade. A PaiN buscava uma revanche depois de ter perdido o “Torneio dos Legends” realizado no dia 20.  A última disputa foi acompanhada por cerca de 100 mil pessoas que assistiram a transmissão ao vivo através da internet. Além disso, milhares de pessoas se amontoaram na BGS para ver a final.

Final acirrada


A primeira partida da final começou tranquila, mesmo com uma inversão, os times prosseguiram se estudando e usando ataques leves e preparando seus golpes. demorada, a primeira partida foi evoluindo dragão a dragão, torre a torre, a favor da PaiN que garantiu a primeira vitória em cima da equipe CNB.


A CNB conseguiu empatar o jogo em uma partida marcada por batalhas em grupos que resultou em muitas mortes para a equipe PaiN. Com isso, pouco a pouco a CNB garantiu a vitória na segunda partida, empatando o jogo.


A última e decisiva partida começou com a CNB cobrindo de forma inteligente os espaços do campo, fazendo transições rápidas. No confronto direto, a CNB garantiu boas vitórias, O destaque na última partida foi o jogador André “ManaJJ” Rocha que derrotou vários oponentes em sequência. Depois de 35 minutos, a CNB garantiu a vitória e o prêmio de US$ 15 mil dólares, além do título de campeão do primeiro campeonato internacional de League of Legends realizado no Brasil.


Disputa pela terceira posição foi entre brasileiros e argentinos


A disputa pela terceira posição foi realizada à tarde, entre a equipe brasileira KaBum, contra a equipe argentina Isurus. Os brasileiros não conseguiu achar o seu ritmo dentro da primeira partida que já começou sendo liderada pela Isurus. No primeiro confronto, a equipe argentina soube se posicionar em campo de forma estratégica, abrindo uma vantagem no número de kills e torres, e administrando toda a primeira partida.

A Kabum precisava então vencer para levar ao desempate na melhor de três. A equipe brasileira começou bem a segunda partida e mesmo com uma virada do time argentino no meio da disputa, a Kabum conseguiu reafirmar a vantagem através de um bom trabalho em grupo, fazendo um Ace, matando todos os campeões adversários, e levando a disputa para a terceira e última partida.


Mas na terceira partida da disputa pelo terceiro lugar, os argentinos dominaram o campo abrindo três torres de vantagens, surpreendendo os brasileiros e conquistando o terceiro lugar em cima da equipe brasileira por 2×1. O destaque das partidas foram Javier Korhasanoglu (Dinamox) e Santiago Bileta (Naryt) da equipe Isurus, demonstraram uma boa sinergia, montando combos devastadores, faturando assim, o prêmio de cinco mil dólares e o título de terceiro lugar.

Nurigo Games, nova distribuidora nacional, trará jogos grátis para o Brasil

A Nurigo Games, nova distribuidora de games do Brasil, esteve presente na Brasil Game Show 2013. O presidente da empresa, Dominic Lee, conversou sobre a proposta de trazer títulos novos que se adequem às preferências dos jogadores nacionais, os planos para o Brasil e sobre os primeiros jogos que a empresa trará para o país.


Fundada no Brasil por coreanos e brasileiros, a Nurigo Games pretende investir em jogos desconhecidos que imagine serem bem aceitos por aqui. Diferente da maioria das empresas, a Nurigo vai usar o Brasil como plataforma de lançamento de seus jogos.


Esta estratégia é importante, porque o Brasil também passará a ditar as regras para a produção de novos conteúdos. “Os brasileiros são sempre muito receptivos com jogos, mas acabam ficando com o que já foi sucesso em outros lugares. A gente quer se diferenciar por uma estratégia de relacionamento estreito com a comunidade de jogadores, escolhendo melhorar aquilo que os brasileiros julguem mais importante”, explicou o presidente da Nurigo, Dominic Lee, em português relativamente fluido.

Apesar disso, a Nurigo atuará apenas como distribuidora, e exclusivamente de jogos sul-coreanos. “Pelo menos em uma primeira fase, essa é a ideia. Nos interessamos pelos [grupos de desenvolvimento] indies brasileiros, mas isso ficará para o futuro”, acrescentou. Todos os jogos a serem lançados pelo time serão free-to-play, financiados pela moeda virtual “N-Cash”, e para tal o grupo montou convênios com operadoras como BoaCompra e e-prepag, ambas nacionais. Para a equipe inicial, Lee reuniu veteranos das concorrentes Level-Up e GameMax, entre outras, e pretende conquistas os jogadores por um bom atendimento ao consumidor. “A ideia é tornar a resolução de problemas tão eficiente quanto na Coréia. Talvez até melhor...”, brincou Lee.

Os dois jogos nos quais a empresa depositará seus esforços são radicalmente diferentes. O primeiro, a ser lançado no dia 30 deste mês, será “Bn1944”, um FPS sobre a Segunda Guerra Mundial que tenta reproduzir os mapas de larga escala da série Battlefield; o segundo, disponível apenas em 2014, será “Tales Runner”, um jogo misto entre corrida e plataforma que apelará majoritariamente para o público infantil. Uma informação preocupa, no entanto: pelo menos em um primeiro momento, a empresa operará com servidores baseados em Miami, e optará pelo aluguel de equipamento nacional apenas se perceber a necessidade. Portanto, esperar por latências abaixo dos três dígitos será algo fora de questão. Considerando as naturezas desses jogos, será no mínimo um desafio conviver com esta limitação técnica.


Bn1944 - o Battlefield do povão


Único FPS free-to-play sobre a Segunda Guerra Mundial, Bn1944 (Battle Nations 1944), trará mapas para até 64 jogadores, 32 de cada lado, assim como acontecerá em Battlefield 4, e permitirá o uso de bots. Bn1944 contará com mapas de Deathmatch em equipe e domínio de bases, embates de captura de bandeira, posse do alvo e um free-for-all para 64 jogadores. Vale ressaltar também que uma das arenas será a do cerco de Turin, revivendo a invasão de milhares de soldados brasileiros à cidade italiana para livrá-la da influência fascista.

O jogo rodará apenas em PCs com Windows, mas, em contrapartida, será mais acessível que outros da categoria, com requisitos mínimos bastante reduzidos. Além disso, o game será totalmente traduzido para português do Brasil.


Tales Runner - corrida em contos de fadas para qualquer PC


Tales Runner é atualmente usado em escolas infantis da Indonésia para desenvolver a intimidade das crianças com a computação. Com visual bastante agradável, poucos comandos e o uso de diferentes contos de fada para cada estágio, ele é possui diversos atrativos para as crianças. Segundo Lee, o jogo será lançado por aqui em “algum ponto de 2014”.

O jogo possuirá diferentes modos, cada um explorando uma jogabilidade única. As modalidade variam entre corrida, no qual é necessário fugir de gigantes e desviar de obstáculos, exploração, em um modo no qual a ideia é basicamente passear por cenários de contos de fada como “Aladdin”, e construção, em uma modalidade que permite que o jogador construa sua fazenda ou parque de diversões, ao melhor estilo Farmville. Essa última parte, segundo Lee, tem demonstrado um enorme efeito na formação de comunidades virtuais infantis em torno do jogo.


Com uma estrutura de desafio baseada em quests de dificuldade crescente, Tales Runner promete manter o público infantil interessado também com um foco na customização de personagens, garante o incentivo para que todos repitam cada fase várias vezes. A monetização do jogo, aliás, vem desse último item: cada um dos 12 personagens iniciais e cada peça de roupa disponível altera velocidade, aceleração, pulo e controle dos avatares, justificando o dinheiro gasto.

PlayStation 4 exigirá atualização inicial para ativar funções básicas

O PlayStation 4 deverá ser atualizado antes de ser usado pela primeira vez, segundo a Sony. Uma série de funções básicas do videogame, como multiplayer online e chat de voz, somente serão liberadas com o download de um patch de primeiro dia, que será gratuito e estará disponível na PSN.


A lista de características liberadas pela atualização, de 300 MB, inclui alguns dos diferenciais anunciados pela Sony para o console. Confira:

Multiplayer onlineProdução e compartilhamento de vídeos ou imagens de jogabilidade
Uso de aplicativos dos serviços Ustream e Twitch para transmissões ao vivoRemote Play, ou o uso do PlayStation Vita para jogar games do PS4
Conexão com tablets ou smartphones por meio do PlayStation AppA possibilidade de jogar games enquanto eles ainda estão sendo baixados
Chat de voz em grupoA criação de até quatro contas de usuário no mesmo console
Comandos de voz e reconhecimento facialPlayer de música, que pode funcionar em segundo plano
Reprodução de filmes em Blu-ray ou DVD---

A empresa informa também que, no lançamento do PlayStation 4, os jogadores ainda não poderão colocar o console em um estado de hibernação. Isso significa que, por exemplo, a função de reiniciar um game exatamente onde se parou anteriormente ainda não estará habilitada e deverá ser disponibilizada em um futuro próximo.

GTA 5: bônus de 500 mil em dinheiro virtual para GTA Online foi adiado

GTA 5 continua apresentando bugs em seu modo online e, por isso, a Rockstar anunciou que apenas irá introduzir seu prometido pacote de estímulo em GTA Online quando os problemas forem resolvidos. No começo do mês, a empresa havia anunciado que distribuiria aos jogadores de GTA Online um pacote de GTA$ 500.000, dividido em duas vezes, como uma forma de se desculpar pelos bugs que infestaram o mundo multiplayer.


A primeira parte do bônus estava programada para ser liberada não muito depois da recente atualização do título, porém devido à continuação dos problemas técnicos, a desenvolvedora decidiu adiar a entrega do dinheiro virtual. “Nós realmente queremos garantir que os problemas de perda de progresso do jogo sejam suficientemente resolvidos antes de distribuir o prêmio a todos os jogadores. Temos mais alguns ajustes e correções para fazer. Uma nova atualização chegará na próxima semana e depois vamos distribuir o dinheiro”, explicou a Rockstar.


Nenhuma data específica foi dada, mas considerando os problemas presentes em GTA Online, a experiência no modo multiplayer ainda pode apresentar falhas que prejudiquem o progresso dos jogadores.

DualShock 4 no PS3, mudança nos botões analógicos e mais revelações da Sony

O DualShock 4, controle do PS4, funcionará no PlayStation 3 e trará mudanças em relação ao controle da geração atual. O novo joystick trará um sistema completamente digital, substituindo os antigos mecanismos analógicos, segundo o diretor de planejamento de produtos da Sony, Toshimasa Aoki. A mudança exigiu alterações no design do controle e componentes internos completamente novos, que captam os comandos dos jogadores de forma diferente.


O que muda no controle

Com o PlayStation 4, a Sony abandona definitivamente os sensores de pressão no controle. Presentes desde o PS2, os mecanismos serviam para detectar a profundidade e força com as quais o jogador estava apertando os botões, transformando isso em dados que poderiam ser usados pelos desenvolvedores. Alterações sutis na aceleração e frenagem em jogos de corrida, por exemplo, seriam uma maneira de utilização. Porém, a função acabou não se tornando popular entre os produtores de games.

Buscando inspiração nos controles do Xbox 360 e Wii U


Em uma entrevista para o Venture Beat, Toshimasa Aoki da Sony conversou sobre o processo do desenvolvimento do DualSock 4. Aparentemente a empresa testou mais de vinte diferentes protótipos antes de chegar ao produto final. Os controles foram alterados para parecerem mais com o do Xbox 360, e a Sony até chegou a tentar uma configuração parecida com a do Wii U, com o botão analógico no topo. No fim, não houve retorno o bastante para garantir uma mudança radical no layout do controle.


“Para os botões analógicos, nós fizemos testes com eles no topo, pois o Xbox possui o analógico da esquerda no topo (acima do D-pad). Especialmente dos times shooters, nós tivemos um retorno que era o que eles queriam. Eles sabiam que os consumidores gostam do 360 para jogos de tiro”, atestou Aoki.

Mesmo assim, com a adição do touchpad, e remoção dos botões “start” e “select”, o design do controle já passou por mudanças substanciais em comparação à fórmula clássica do DualShock. Depois de três gerações com o mesmo design antigo, é bom ver algo diferente.

DualShock 4 no PS3


Embora a interação possa parecer ultrapassada para inúmeros jogadores, alguns games lançados para as duas plataformas poderão explorar funcionalidades avançadas. O DualShock 4 traz como principais novidades um touch pad no topo do dispositivo, um sensor de seis eixos, um led de identificação, um botão específico para compartilhamento, um alto-falante e entradas para fones de ouvido.


Ainda não existe confirmação de que o suporte funcione em todos os jogos lançados para o PlayStation 3. O único teste realizado até o momento foi feito com o game Urban Trial Freestyle. A Sony ainda não divulgou informações oficiais relacionadas ao assunto, porém novos dados deverão surgir conforme nos aproximamos do lançamento do console.

Milímetros de diferença

Aoki também revelou uma curiosidade interessante sobre o design do joystick do PlayStation 3, que pouca gente deve ter reparado. No controle, há uma diferença de milímetros na distância entre os botões Círculo e Quadrado, quando comparados ao Triângulo e Círculo. A necessidade de uma superfície sensível ao toque com o maior tamanho possível, porém, acabou motivando o fim desse pequeno detalhe.


Agora, segundo o designer da Sony, os botões formam uma cruz perfeita. A ideia era economizar espaço e permitir que o touchpad do DualShock 4 fosse maior sem aumentar o tamanho do joystick como um todo. A alteração é tão sutil que, segundo Aoki, pouquíssimas pessoas a perceberam durante os testes do controle.

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