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quarta-feira, 21 de maio de 2014

E se a história de Game of Thrones acontecesse no mundo de Super Mario?


Ok, pode desligar a internet por hoje porque a melhor coisa que você vai ver está no vídeo abaixo. O YouTuber NicksplosionFX imaginou como seria a abertura de Game of Thrones se a história se passasse em Super Mario World.



Com vocês, Super Mario Game of Thrones:


https://www.youtube.com/watch?v=eFSiiiFkvhM

A trilha sonora de Transistor é tão eletrizante quanto o jogo


Transistor foi lançado hoje mesmo, e se a trilha sonora do jogo é um bom indicativo, então parece que há grandes sabores pra se experimentar no novo projeto da Supergiant Games. O que, você ainda não ouviu a trilha sonora? Ora, vamos corrigir isso agora mesmo.



O vídeo aqui embaixo tem a trilha sonora completa do jogo, uma cortesia oficial dos seus criadores. Aliás, eles até recomendam que você não ouça todas as músicas pois muitas delas estão “profundamente conectadas com a história de Transistor”. Então, se o seu coração for fraco de spoilers, sugiro manter-se afastado desse som bacana.


Você também pode ouvir música por música no canal do YouTube da Supergiant. Se você curtir pacas a trilha, pode sempre comprá-la em formato digital na loja do estúdio.

Link: https://www.youtube.com/watch?v=-zA1jRmAYfU

Assim seria Watch Dogs se fosse lançado para o Commodore 64


Apesar de faltar alguns dias até a estreia de Watch Dogs, o animador Balázs Kalocsai reinterpretou o jogo no melhor estilo dos anos 80, como se estivéssemos curtindo o novo lançamento da Ubisoft diretamente em um Commodore 64.





O bom é que mesmo com o visual retrô, podemos aproveitar o slogan do jogo: “Tudo está conectado”. Quer dizer, isso se estivermos falando da conexão entre o seu joystick e seu console robusto.


https://www.youtube.com/watch?v=Ml3jjWssiCs

terça-feira, 20 de maio de 2014

Mais jogos brasileiros são aprovados no Greenlight


A Valve divulgou nesta quarta-feira (14) mais 75 títulos aprovados no Greenlight do Steam e, entre os jogos, três são brasileiros: Adventurezator: When Pigs Fly, GEARCRACK Arena e Urban Legends.


Adventurezator, desenvolvido pela Pigasus Games, é descrito como um “jogo adventure sobre criar jogos adventures” e se baseia muito na criação emergente que cada jogador terá com o game. O jogo metalinguístico já teve uma campanha de sucesso no Kickstarter, no ano passado, conseguindo arrecadar U$ 24 mil (cerca de R$ 53 mil).

GEARCRACK Arena, criação de Walter Machado, vem com caps lock ligado, dois pés na porta e muito Hard Rock. Sem frescuras e exigindo reflexos, o jogador deve sobreviver a ondas de inimigos em uma arena meio Cúpula do Trovão Cyberpunk, com uma pitada de “Dark sci-fi hue” dos anos 90. Pelo menos desperta a curiosidade para experimentar. GEARCRACK também está dispónivel no Desura


Por último, mas não menos importante, é Urban Legends. O jogo de terror desenvolvido pela Machine Bear Games é difícil de não associar com o recente Outlast, ainda mas quando o jogador também está na pele de um jornalista preso em um hospital (apesar das razões aqui serem outras). Mas isso não quer dizer que o game deve ser menos aterrorizante e deve provocar alguns belos sustos.

Google pode comprar Twitch por US$ 1 bilhão


De acordo com fontes próximas dos envolvidos, o Google está de papinho com o Twitch na tentativa de adquirir a empresa de streaming de vídeos pela bagatela de US$ 1 bilhão.


As fontes foram ouvidas pela Variety, que deu a mega-aquisição como certa, e também pelo Wall Street Journal, que foi mais cuidadoso e apenas disse que as negociações ainda estão em estágios iniciais, e por enquanto, a compra ainda reside no campo dos rumores.

De uma forma ou de outra, parece que não é só o Google quem estava de olho em comprar o Twitch. As fontes não-identificadas também mencionaram o interesse da Microsoft em agregar o serviço, o que faz bastante sentido tendo em vista a tendência recente em incluir ferramentas de streaming de games nos consoles de nova geração.

Segundo uma reportagem recente, o Twitch entrou na lista do 15 sites que mais usam banda nos horários de pico na América do Norte, chegando perto de gigantes como Netflix e YouTube. Com mais de 1 milhão de usuários enviando vídeos e iniciando streams diariamente, não é de se surpreender que o Twitch tenha se tornado o site de referência em transmissões de partidas em todo o mundo, incluindo de campeonatos massivos de eSports.


Mostrando pleno crescimento nos últimos anos e números fantásticos pra uma empresa que começou na sala de estar de quatro amigos, não é a toa que agora tem tanta gente graúda indo atrás do Twitch. Vamos esperar pra ver quem leva essa pra casa.

Disco de The Last of Us para PS4 está mais barato que edição digital


A pré-venda da edição física da versão remasterizada de The Last of Us para PS4 começou nesta terça-feira, dia 20, nas principais lojas de varejo do país. Invertendo a tendência do mercado, o preço dessa versão, de R$ 179, é menor do que a edição digital, que sai R$ 20 a mais. Curioso, não?


A cópia digital do jogo, que também já está em pré-venda há algum tempo na PSN brasileira, está saindo por um preço mais caro de R$ 199, algo bem incomum de acontecer, já que as versões físicas ainda tem o custo de embalagem, impressão, e prensagem ou importação.

É só pegar as versões de The Last of Us mais antigas para PS3 como comparação. O exclusivo da Sony pode ser comprado na PSN nacional por R$ 99,99, enquanto a versão física é comercializada oficialmente por R$ 149.

A presença de benefícios a mais na edição digital justificaria o preço mais caro, mas não é o caso. Ambas as versões possuem o mesmo conteúdo extra para quem já garantir o jogo agora, como duas skins para Joel e Ellie (desbloqueados depois de finalizar o modo single player), aumento na velocidade de cura, melhoria em algumas armas e bônus XP no multiplayer.

The Last of Us remasterizado é a versão Game of The Year Edition do jogo (o que seria um título não muito longe da realidade, se formos considerar os vários prêmios que a Naughty Dog ganhou ano passado) e reúne a expansão Left Behind, oito mapas multiplayer dos pacotes Abandoned e Reclaimed Territories, além de comentários do elenco e diretor criativo do jogo, Neil Druckmann.


Apesar de todo o fuzuê com a pré-venda do game, The Last of Us está programado para chegar ao PS4 só no meio do ano, e nem mesmo foi definida uma data específica para o lançamento. Sente o drama.

Só falta o Sílvio Santos nessa pegadinha de Watch Dogs


A Ubisoft vem fazendo um trabalho pesado na divulgação do Watch Dogs e no último vídeo viral para o jogo, o espirito Sílvio Santos baixou nos franceses, que decidiram fazer as típicas pegadinhas do programa do Patrão.


Tão combinada quanto às da TV, a pegadinha da Ubisoft cumpre bem em mostrar como as mecânicas hackers (marginalmente superiores às de Angelina Jolie no filme Hackers) que o protagonista Aiden Pearce terá no jogo funcionariam no mundo real. Se tudo no vídeo não fosse armado. Com os clientes sendo obviamente atores contratados. E com um Ivo Holanda disfarçado de indiano estereotipado.


É cômico, se também não fosse um tiquinho trágico.


Watch Dogs chega no dia 27 de maio (menos a versão de PS4) para Xbox 360, Xbox One, PlayStation 3 e PC.

Nintendo deve desligar suporte online de DS e Wii nas próximas horas


Nas próximas horas dessa terça-feira (20), a Nintendo vai apagar a luz dos servidores de vários jogos do Wii e do DS (e DSi, é claro), dois grandes gigantes de suas respectivas gerações.



Isso significa que se você ainda está devendo uma corridinha em Mario Kart Wii pra alguém, ou tem algum Pokémon que queria trocar com um parça da internet em Pokémon Black & White, sugiro que faça isso o quanto antes.

Para os que ainda aproveitam do serviço online desses consoles, a Nintendo lançou uma lista com todos os games que vão perder o suporte online para os seus consoles, o que também inclui jogos como Dragon Quest IX, Super Smash Bros., Professor Layton e Animal Crossing: City Life.

A medida também vale para todas as versões desses jogos no Virtual Console do Wii U e do 3DS, mas não afeta serviços de vídeo, como o Netflix, e as lojas virtuais dos consoles, a Wii Shop Channel e a Nintendo DSi Shop.


É triste dar adeus a grandes amigos, apesar de que, nesse caso, é como se só uma parte deles fosse embora. Você ainda pode curtir esses jogos offline como qualquer game de console produzido antes da banda larga.

>>>Link da lista de jogo: 

https://www.nintendo.com/whatsnew/detail/vyWpoM6CBIe6FjW8NIY7bvzOrgBURhzw

O Japão vai ganhar um novo Pokémon, e de graça!

Em breve, um novo jogo disponível para download de Pokémon será lançado no Japão, e será de graça. Chamado Thief and 1.000 Pokémon, o jogo para 3DS reúne os jogadores e um exército de monstros via StreetPss.



Mas esses Pokémon não serão usados em batalhas. Quanto mais o jogador tiver colecionado, maior as chances de ganhar.


O jogo estará disponível na Nintendo eShop japonesa gratuitamente do dia 6 de junho a 30 de setembro. Nada foi dito sobre o lançamento no Ocidente.

Já se passaram vinte anos e eu preciso de mais velocidade


É praticamente impossível achar alguém que joga videogame e nunca tenha colocado as mãos em pelo menos um jogo da série Need for Speed.

Criada em 1994, a franquia conta com mais de vinte jogos e passou por praticamente todas as plataformas desde então. Até mesmo o Zeebo (lembra dele?) ganhou uma versão da franquia, Need for Speed: Carbon.




Corra que a polícia vem aí!
Aquele filme que embarcou a Sessão da Tarde não tem nada a ver com este intertítulo, mas serve como figura de linguagem para o que encontramos nos primeiros jogos da série Need for Speed.

Os títulos iniciais sempre tiveram como foco a perseguição policial. Era redundante estabelecer uma relação entre o jogo de corrida e os carros de polícia. Você dirigia super carros, em lugares paradisíacos e tinha que correr da justiça para não ser multado. Até hoje existe uma grande leva de fãs que considera esta “era” até o início dos anos 2000.


Nesta época, até um jogo de Rally foi lançado, muito divertido por sinal:


CAÇA NÍQUEL?
De 2000 em diante, praticamente um jogo foi lançado por ano. Mais de 10 estúdios chegaram a trabalhar diretamente com a série e a produção de um novo título tornou-se quase que anual. Era óbvio que a qualidade cairia e muitos fãs antigos deixaram de curtir a série como no passado.

Foi exatamente neste período que o jogo começou a embarcar numa nova moda que tomava conta da nossa realidade, os carros tunados. A jogabilidade continuava arcade, novos fãs foram surgindo, mas os fiéis aficionados começaram a ficar chateados.

Lógico que tivemos grandes títulos da franquia sendo lançados neste período, como o excelente Most Wanted, que chegou no final de 2005.



VOLTA ÀS ORIGENS
De 2010 para cá, com o lançamento de Need For Speed: Hot Pursuit, a série ficou menos arcade e deixou de ter carros tunados como nos anos anteriores. Com isto, muitos fãs antigos voltaram a jogar a franquia , que continua desbravando gamers pelo mundo.

Ao todo foram 150 milhões de cópias vendidas no mundo e dezenas de prêmios conquistados. Muitos altos e baixos, críticas, contestações, reflexões e muita, muita velocidade.

Para comemorar os 20 anos da série, a EA lançou o vídeo Is More Than Cars:




Acima tivemos apenas uma pincelada na história da série. O que importa mesmo é o que o gamer acha. Por isso resolvi fazer a dois fãs de Need for Speed alguns questionamentos. As perguntas servem para vocês, que vão comentar neste post.

Isael M. Tito, Tecnico em TI e gamer
Uma alegria: Perseguição policial é o espírito da série que devem explorar sempre, pelo fato de ser um jogo de corrida Arcade, a possibilidade de sempre inovar nesse quesito é infinita.

Uma tristeza: pararem de lançar um jogo ruim e um bom, sempre que a série parece que vai decolar lançam algo mal feito no meio do caminho.

Se eu fosse dono da série? Tornaria os jogo mais grandioso, algo como o The Crew está prometendo fazer, para tal é necessário um grande investimento, então a série deve parar de sair anualmente e se focar em algo grandioso alimentado por DLC.

Daniel Tito, estudante e gamer
Uma alegria: permitir que meros mortais pudessem experimentar alguns dos veículos exóticos mais incríveis do planeta (e o primeiro jogo que nos permitiu dirigir o Acura (Honda) NSX, o carro tunado e afinado pelo campeão Ayrton Senna.

Uma tristeza: largar os carros exóticos de alta potência e se entregar à moda “tuning” empurrada por nossas goelas graças a Velozes e Furiosos, destacando carros extremamente comuns, com nitro e visuais extremamente discutíveis.

Se eu fosse dono da série? Traria de volta o “showcase” do primeiro NFS, que era uma pequena, mas deliciosa enciclopédia com fotos, fatos e vídeos de cada carro do jogo. Um trabalho excelente, que se perdeu com o passar dos anos e a incessante busca de lucro fácil da Electronic Arts.